Secretaria Estadual da Cultura anuncia recursos e eventos nos municípios da AMEPAR em reunião na sede da Associação

Os gestores da área da cultura dos municípios da AMEPAR se reuniram com representantes da Secretaria Estadual da Cultura na quarta-feira (25) na sede da associação, em Londrina. Entre os temas debatidos, as transferências fundo a fundo, modalidade que assegura que as cidades tenham autonomia e agilidade na execução das políticas públicas, descentralizando investimentos e fortalecendo a gestão cultural local.

foto: Lamartine Cortes (AMEPAR)

Os recursos são do Fundo Estadual de Cultura que garante programas, projetos e ações que promovem o acesso, a valorização e a preservação da cultura em todo o Paraná. Com o fundo a fundo é possível a transferência direta de recursos do Fundo Estadual para os municípios que possuem o Sistema Municipal de Cultura implementado. Os recursos poderão ser utilizados, por exemplo, para a reforma de espaços culturais. O agente regional de cultura da secretaria Estadual da Cultura, Júlio Erthal, disse que a reunião foi um alinhamento para que os municípios compreendam os meios para ter acesso ao fundo.

“Mostramos todos os requisitos necessários para que os municípios participem do fundo a fundo. Queremos a máxima participação possível dos municípios da AMEPAR” disse.

foto: Lamartine Cortes (AMEPAR)

Durante a reunião, o agente regional também anunciou que um encontro regional de museus será realizado com 93 cidades que fazem parte de várias associações do estado além da AMEPAR. O encontro será realizado a partir de 02 de abril, em Londrina. De acordo com o agente, na ocasião também será lançado um projeto que vai permitir que os acervos de museus de Curitiba sejam levados para museus do interior do Estado.

“É um programa chamado “Satélite”, com ele o acervo e vários equipamentos culturais que estão em museus do Estado, em Curitiba, vão circular por várias regiões. A primeira ação será no dia 01/04 no Museu de Arte de Londrina com a chegada de um acervo do MUPA, o Museu Paranaense. Tudo deve ficar no local por pelo menos seis meses” revelou.

foto: Lamartine Cortes (AMEPAR)